A tempos os games romperam a barreira do que lhe define como “entretenimento” e coloca sua cara no vasto mundo da Arte.
O cinema, por exemplo, tem se inspirado em games, não só como fonte de roteiro e cenário mas também como base para um estilo visual.
Dessa vez, acredito que um degrau precioso tenha sido conquistado. Digo isso depois de ter o prazer de ter jogado neste fim de semana o ROCK BAND BEATLES.
[Aumente o volume de sou computador, e veja este filme.]
Ele resume algumas dezenas de palavras que eu ia tentar lhe dizer e iria falhar flagorosamenet.
Entendeu agora?
Não é um “joguinho de video-game com música dos Beatles”.
É um jogo que foi feito com a inspiração dos mesmos.
Não só a música, mas o conceito artístico-visual, a “interface” do jogador.
Tudo, cheira Beatles.
Não sei de vocês, mas para mim, fã incondicional, é uma experiência que dá alguns arrepios.
Posso parecer um fanboy exagerado, mas essa é a reação que o jogo provoca.
Aqui tem um clipe com cenas do game-play.
A quem interesar, ele possui suporte para multiplos microfones do XBox onde vocal principal e base cantam de forma separada.
Taí o primeiro motivo para eu começar a pensar em comprar um Xbox…
(e para que o Thiago faça o mesmo)
hehehe


