Arquivo para julho, 2010

Inércia

Posted in idéias descabidas on julho 14, 2010 by Mr. T

Não tenho como negar, sou um escritor de inércia.

Tenho cá meia dúzia de posts em “rascunho” que não me deixam mentir, tenho ensaiado uma volta ao hall bloguístico a um tempo mas o estado inerente atual “parado” foi sempre mais forte.

Depois de uma lida em uns posts antigos, meio que encontro uma força inicial, que assim como na Física, precisa ser mais forte do que o esperado para retirar o corpo da inércia estagnada e vencer o atrito da mesmice que me tenta enraizar diariamente.

A mesma inércia mantém minha casa bagunçada durante dias, até aquele pontapé inicial que nos faz lavar alguns quilos de roupa, dar uma geral na cozinha e até ajeitar capinar o quintal (mas heim?).

Mas a mesma inércia nos mantém em movimento. É por isso que estou aqui, tentando escrever este texto o mais rápido possível a fim de que ele se transforme em uma ladeira-abaixo, para que finalmente tenhamos uma movimentação neste blog com velocidade em graduação parabólica.

Mentira, uma inclinação constante não aumenta a velocidade em forma de parábola, a aceleração, e consecutivamente o aumento da velocidade, é constante.

Ah, isso não importa.

O que importa é que coisas acontecem em nossas vidas. E algumas delas, merecem ser compartilhadas com amigos.

Sim, por que tenho o prazer de conhecer pessoalmente a maioria dos meus leitores. Dois em três.

Me parece uma ótima proporção, além do fato do terceiro não ser conhecido pessoalmente mas é, de fato, um amigo virtual.

Amigos o bastante para compartilhar experiências.

 

Então, leitores. Vamos aos poucos retomando o movimento progressivo deste blog.

Antes de finalizar o post, e sei que ficarão com o semblante de “mas é só isso?”, deixo a dica de um belo filme que assisti esta semana, principalmente para quem gosta de Beatles e/ou John Lennon, Nowhere Boy.

Um filme biográfico da adolescência de John Winston Lennon, principalmente sua relação com a Tia Mimi, mãe de criação e sua mãe biológica.

Filme bem dirigido e com bela atuação. Não se prendeu no óbvio da biografia do músico, sua carreira com os Beatles sequer é comentada. Aliás, The Beatles não é pronunciado no filme.

É isso.

Nos vemos pelo mundo.

😉

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