Arquivo para janeiro, 2011

procura-se

Posted in idéias descabidas on janeiro 31, 2011 by Mr. T

Alguém que seja sincero e bom ouvinte.

Que esteja disposto a fazer viagens inesperadas e passar algumas madrugadas observando estrelas.

Que goste de comer, de experimentar coisas novas e até se arriscar com algum prato apimentado.

Alguém que goste de piadas bobas e que essencialmente, saiba rir de si mesmo.

Alguém que não seja igual a mim, mas que me complete.

Procura-se alguém que não pergunte, “por quê?” mas sim, “por que não?

quem sou eu?

Posted in idéias descabidas on janeiro 21, 2011 by Mr. T

Não, não é da pergunta filosófica sobre quem somos e pra onde vamos. (acho que isso foi no post anterior)

Lembro de uma teoria (a qual não lembro o autor, claro) que dizia que somos 3 pessoas.
Aquele que é visto por outros, o que tem a forma qual nos vemos e o que somos realmente.

Um assunto aleatório na internet hoje (hoje nada, umas 3 semanas atrás) me fez pensar sobre este primeiro.
Quem somos nós para os outros?

Já presenciei momentos curiosos sobre como a minha pessoa é vista por terceiros.
De  maconheiro a ‘almofadinha’ (seja lá o que for).
Além de uns mais comuns, nerd, playboy,bom-moço e bicho-grilo.

É claro que isso tudo não define quem somos, que tais primeiras impressões vão por água a baixo com 5 minutos de conversa.
Mais claro ainda, é que não sou nenhum destes esteriótipos e que sou todos ao mesmo tempo.

Ninguém é tão complexo que se precise de 1001 definições, e ninguém é tão simples que não possa ser definido por um “gosto” ou “não gosto”.
Não podemos ser definidos por um rótulo ao mesmo tempo que não podemos definir.

Sou anti-social? Sou palhaço?
Sou os dois. E sou mais um monte de coisas.
Sou até aquilo que tento não ser. Todos somos.

O ponto é, gostaria de ser simples.
Mas não sou.
Gostaria de ser aquilo que as pessoas olham, mas não sou.
Você pode tirar sua impressão na primeira olhada, ou logo depois do “olá”.
Você só não pode esperar que eu me restrinjo àquilo.

Nem eu, nem você.

“Somos tudo e todos, o tempo inteiro”.

Fora de controle

Posted in idéias descabidas on janeiro 18, 2011 by Mr. T

Porque essa necessidade descontrolada de controlar a vida?
Porque precisamos saber quem somos ou para onde vamos?

Porque as tentativas de controlar por quem vamos nos aproximar, amar?

Quando olhamos para o futuro imaginável, o que vemos?
Eu lembro do que eu via.
Lembro-me que passaria um tempo morando com amigos, que em algum momento iria me casar e provavelmente teria dois filhos.
Porque isso tudo?

Porque tenho que procurar pessoas parecidas comigo para amar?
Não são riquezas, as diferenças?
Não é o amor, descontrolado como a vida?
Podemos nós, escolher por quem vamos nos interessar, vamos amar?
Podemos nós, negar a doce fatalidade de um amor a primeira vista?

Porque controlar? Porque tentar por em rédeas algo que é, por definição, livre e natural?
Conseguiríamos? Conseguiríamos viver uma vida planejada, com um amor planejado e uma pessoa planejada?

Uma pessoa…
Um ser humano, assim como eu e você, repleto de problemas, incertezas e descontrole.

Pulemos da ponte.
Façamos algo inesperado, algo novo a cada semana.
Novo para os outros, que seja. Mas principalmente novo para nós.

Seria isso uma receita?
Como poderia, se até este texto, sequer segue ordem, coesão, didática ou teoria literária.
Ele é apenas o nosso lado que escondemos, o do instinto, da inspiração e da carne.