verdades…

A verdade, que pouca gente sabe, é que eu poderia sim ter ficado em Poços de Caldas o tempo que quisesse.
A verdade, é que algo, um tipo de faísca que fica queimando no cérebro, num lugar meio atrás de uma cortina que você não consegue ver bem, dizia que não dava.

Dizia que a cidade estava esgotada para mim, ou melhor, eu estava esgotado para a cidade.
Nada que eu fizesse, nada que eu fosse poderia trazer algo novo para ela.

Por isso foram dois anos. Dois bons anos.
Ótimos, com o perdão pelo excesso de descrição.

O sentimento é engraçado.
É um daqueles, que não tem nome, sabe?
Acho que já falei algo sobre isso por aqui, se não falei, deveria.

As vezes penso também se é o nomandismo que me espera. Mas me deparo com a questão prática da aquisição monetária.
Deveria ter naturalmente escolhido uma carreira em que o nomandismo não fosse um problema, não? E não logo uma em que “imóveis” são construídos. O.O

Conversa descabida para uma mesa de bar, provavelmente. 😉
Deste post, só trago novas perguntas.

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